31 December, 2007
Reflexão final
Em suma, a tecnologia existe e deve ser para todos, não apenas para os mais novos. todos em conjunto devem descobrir os segredos que um computador guarda, Achei o livro bastante interessante , pois faz-nos remeter para coisas que acontessem no dia a dia e com as qual nos deparamos.
concluir
“As Crianças deviam brincar ao sol e ao vento em vez de estarem coladas ao teclado”(Paper.p266)
Será?
Na minha opinião penso que sim , muito melhor para o seu crescimento, mas claro que também considero muito importante o uso do computador, para as suas aprendizagens. mas penso que muitas crianças são conseguem duziar as coisas e passam horas e horas em frente as computadores a jogar.
Será?
Na minha opinião penso que sim , muito melhor para o seu crescimento, mas claro que também considero muito importante o uso do computador, para as suas aprendizagens. mas penso que muitas crianças são conseguem duziar as coisas e passam horas e horas em frente as computadores a jogar.
Capitulo 8
No capítulo 8, Papert destaca a simplicidade dos computadores, referindo que podem ser explorados por crianças de 4 anos, o computador é um mundo de fanatasia para as crianças, elas adoram o contacto com os computadore, mas claro que não nos podemos esquecer dos brinquedos tradicionais que tanto ajudam as crianças a evoluir.O aparecimento dos brinquedos electónicos veio trazer alguma confusão na cabeça e educadores, alguns pais e educadores consideram que ter um brinquedo electrónico pode causar dependência por parte das crianças. Segundo Papert, o melhor é o equilibrio entre o que é real e o que é virtual.Apesar dos computadores despertarem uma enorme fantasia e despertarem um grande entusiasmo por parte das crianças, na minha opinião não existe nada melhor que os brinquedos reais.
capitulo 7
"A escola é um caso notável de uma área que não sofreu grandes mudanças ... sim a escola mudou... mas não tanto como isso.” (Papert, S. 1996: 212)
Neste capítulo, Papert realça a introdução dos computadores na escola e as reacções de todos aqueles que a integram.
De facto a entrada das novas tecnologias no contexto curricular formal das escolas é um processo recente e extremamente complexo no meu ponto de vista. Concordo com o autor quando afirma que "a Escola mantém-se, nos seus aspectos essenciais, muito semelhante ao que sempre foi, e as mudanças entretanto verificadas (quer para o melhor, quer para o pior) não podem ser atribuídas à tecnologia" (Papert, S 1996: 204).
Conseguir uma escola melhor passa pela introdução do computador na formação inicial dos professores. Para que aprendam a trabalhar com ele e assim proporcionar diferentes formas de o utilizar como uma ferramenta de aprendizagem.
Neste capítulo, Papert realça a introdução dos computadores na escola e as reacções de todos aqueles que a integram.
De facto a entrada das novas tecnologias no contexto curricular formal das escolas é um processo recente e extremamente complexo no meu ponto de vista. Concordo com o autor quando afirma que "a Escola mantém-se, nos seus aspectos essenciais, muito semelhante ao que sempre foi, e as mudanças entretanto verificadas (quer para o melhor, quer para o pior) não podem ser atribuídas à tecnologia" (Papert, S 1996: 204).
Conseguir uma escola melhor passa pela introdução do computador na formação inicial dos professores. Para que aprendam a trabalhar com ele e assim proporcionar diferentes formas de o utilizar como uma ferramenta de aprendizagem.
Capitulo 6
Este capítulo falanos da tecnologia destinada para toda a familia.Neste capítulo são referidas soluções para que toda a família possa desenvolver a sua fluência tecnológica.
Na escolha de um bom projecto familiar existem três princípios orientadores, assim os projectos devem:
- suscitar uma atitude de ampliação, desenvolvendo capacidades próprias da competência tecnológica;
- ser uma fonte aplicável de igual forma por crianças (sem que isso signifique que um projecto familiar seja encarado como uma actividade para crianças);
- ter as suas raízes na cultura das crianças, desta forma deve-se trabalhar com elas a partir da sua compreensão, tentando encontrar um modo de a tornar mais rica.
Para papert algumas pessoas " conseguem estabelecer uma melhor relação com as ideias do que com a prática, imaginando as coisas que estão a acontecer em vez de fazer ou ver." Papert, p.154.
Contudo, no mundo tecnológico, a ideia que o autor pretende transparecer é que, é com a prática que surgem os projectos.
Por conseguinte os projectos não são simples ralidades do futuro, mas é um futuro a construir, uma ideia a transformar um acto.
Um dos programas que Papert fala neste capitulo que achei bastante interessante é o MicroWorlds, O MicroWorls abriu novos horizontes de criatividade expressiva porque "as mesmas frases que parecem tão monótonas quando escritas" adquiriram nova vida quando foram projectadas no ecrã.
Na escolha de um bom projecto familiar existem três princípios orientadores, assim os projectos devem:
- suscitar uma atitude de ampliação, desenvolvendo capacidades próprias da competência tecnológica;
- ser uma fonte aplicável de igual forma por crianças (sem que isso signifique que um projecto familiar seja encarado como uma actividade para crianças);
- ter as suas raízes na cultura das crianças, desta forma deve-se trabalhar com elas a partir da sua compreensão, tentando encontrar um modo de a tornar mais rica.
Para papert algumas pessoas " conseguem estabelecer uma melhor relação com as ideias do que com a prática, imaginando as coisas que estão a acontecer em vez de fazer ou ver." Papert, p.154.
Contudo, no mundo tecnológico, a ideia que o autor pretende transparecer é que, é com a prática que surgem os projectos.
Por conseguinte os projectos não são simples ralidades do futuro, mas é um futuro a construir, uma ideia a transformar um acto.
Um dos programas que Papert fala neste capitulo que achei bastante interessante é o MicroWorlds, O MicroWorls abriu novos horizontes de criatividade expressiva porque "as mesmas frases que parecem tão monótonas quando escritas" adquiriram nova vida quando foram projectadas no ecrã.
26 December, 2007
25 December, 2007
Capítulo 5
"Uma coisa que tenho afirmado com insistência é que os pais devem aprender a partir dos seus filhos. É claro que as crianças devem também aprender dos pais. Esta frase é mencionada com menos frequência porque toda a gente o sabe, mas é importante ter consciência de que existem os dois sentidos". (p.123) a tecnologia não deve ser apenas para os mais novos, mais também para os mais velhos,devem em conjunto com as crianças descobrir os segredos que um computador guarda. Penso que é muito importante aprendermos com os nossos pais mas por outro lado, penso que também é gratificante para os pais aprenderem com os filhos.
Neste capitulo Papert faz referencia à
Familia, recomendando "...aos pais para reconhecerem a necessidade de estabelecerem novas formas de relacionamento com os seus filhos e verem o computador como um meio para construírem coesão familiar, em vez de o considerarem um factor de desunião." (Papert, pp.115).
Um pouco mais à frente neste capitulo Papert fala dos avós, aconselhando-os como encarar ou resolver determinadas situações. Sendo a situação dos avós que passam muito tempo com os netos, diferente da dos que passam pouco tempo com os netos.Uma das forma de aproveitar esse tempo poderá mesmo ser através da tecnologia utilizada pelas crianças, mostrando interesse pelo que estas fazem. as crianças ao sentirem o interesse por parte dos avós sentem o interesse de explicar tudo e mostrar as suas aprendizagens.
Esta aprendizagem pode começar a despertar interesse por parte dos mais idosos podendo levar a que posteriormente tentem trabalhar com as tecnologias sozinhos.
Neste capitulo Papert faz referencia à
Familia, recomendando "...aos pais para reconhecerem a necessidade de estabelecerem novas formas de relacionamento com os seus filhos e verem o computador como um meio para construírem coesão familiar, em vez de o considerarem um factor de desunião." (Papert, pp.115).
Um pouco mais à frente neste capitulo Papert fala dos avós, aconselhando-os como encarar ou resolver determinadas situações. Sendo a situação dos avós que passam muito tempo com os netos, diferente da dos que passam pouco tempo com os netos.Uma das forma de aproveitar esse tempo poderá mesmo ser através da tecnologia utilizada pelas crianças, mostrando interesse pelo que estas fazem. as crianças ao sentirem o interesse por parte dos avós sentem o interesse de explicar tudo e mostrar as suas aprendizagens.
Esta aprendizagem pode começar a despertar interesse por parte dos mais idosos podendo levar a que posteriormente tentem trabalhar com as tecnologias sozinhos.
Aula Prática dia 23/10/2007
Nesta uala cada grupo apresentou em pawer point a sua tecnologia. o meu grupo apresentou um pawer point sobre os podcast, que é a tecnologia que estamos a trabalhar ao longo deste semestre, na minha opinião a nossa apresentação correu bem , conseguimos transmitir aos nossos colegas de uma forma clara o que são os podcast, para que servem, as suas vantagens e desvantagens.
O que é?É uma forma de publicação de programas áudio, vídeo e fotos pela Internet que permite aos utilizadores fazer o seu download, e aceder à sua actualização.
Ferramentas necessárias:
Para criar:
Computador com ligação à internet;Microfone;Software de gravação áudio; Codificador de mp3.
Para utilizar:
Fazer download de i-Tunes e Juice
Aplicação da Tecnologia
Instrumento educativo
Publicidade/Informação online
Vantagens:
Prático: Na medida em que o aluno pode estar a ouvir a matéria no seu ipod, quando realiza outras tarefas.
Funcional: Se o aluno faltar à aula, o professor disponibiliza essa aula num podcast na Internet.
Dinâmico: É uma forma diferente de disponibilizar a matéria da aula.
Desvantagens:
Difícil acesso a quem não possui os recursos necessários;
Não existe contacto directo entre professor/aluno;
Dificuldade para quem não possui conhecimentos informáticos.
O que é?É uma forma de publicação de programas áudio, vídeo e fotos pela Internet que permite aos utilizadores fazer o seu download, e aceder à sua actualização.
Ferramentas necessárias:
Para criar:
Computador com ligação à internet;Microfone;Software de gravação áudio; Codificador de mp3.
Para utilizar:
Fazer download de i-Tunes e Juice
Aplicação da Tecnologia
Instrumento educativo
Publicidade/Informação online
Vantagens:
Prático: Na medida em que o aluno pode estar a ouvir a matéria no seu ipod, quando realiza outras tarefas.
Funcional: Se o aluno faltar à aula, o professor disponibiliza essa aula num podcast na Internet.
Dinâmico: É uma forma diferente de disponibilizar a matéria da aula.
Desvantagens:
Difícil acesso a quem não possui os recursos necessários;
Não existe contacto directo entre professor/aluno;
Dificuldade para quem não possui conhecimentos informáticos.
29 November, 2007
Capitulo 4- Valores
O quarto capítulo do livro é extremamente interessante do ponto de vista ideológico, Papert defende que as práticas educativas podem ser melhoradas através de algo tão simples como ensinar as crianças algo com significado.
Existem diversas formas e estratégias, para aprender. Por isso o autor, refere neste capítulo quatro factores fundamentais no processo de ensino/aprendizagem: a honestidade; o respeito;o materialismo e o relacionamento na internet.
A honestidade é uma exigência básica para uma boa aprendizagem, tem que acontecer numa atmosfera de abertura e confiança.
Pais e os educadores têm o dever de ajudar as crianças a alargar a sua compreensão do mundo e a sua capacidade de encontrar explicações para as inúmeras situações com que se deparam. As crianças devem ser capazes de pensar e reflectir sobre aquilo que lhes é dito, não se limitando a repetir e a decorar o que foi aprendido.
Actualmente as crianças tem acesso às mais variadas opções tecnológicas, o que lhes permite aceder a um maior número de informação . Por exemplo a internet pode ser utilizada para vários fins, se estimular e educar o seu filho na base da confiança e veracidade, ele vai certamente ter entusiasmo em mostrar aos pais o que descobriu e aprendeu em mais um dia de descobertas na internet.
No entanto existe muita informação inadequada para as crianças, os pais devem "tentar evitar que os seus filhos estabeleçam contactos indesejáveis..."
Existem diversas formas e estratégias, para aprender. Por isso o autor, refere neste capítulo quatro factores fundamentais no processo de ensino/aprendizagem: a honestidade; o respeito;o materialismo e o relacionamento na internet.
A honestidade é uma exigência básica para uma boa aprendizagem, tem que acontecer numa atmosfera de abertura e confiança.
Pais e os educadores têm o dever de ajudar as crianças a alargar a sua compreensão do mundo e a sua capacidade de encontrar explicações para as inúmeras situações com que se deparam. As crianças devem ser capazes de pensar e reflectir sobre aquilo que lhes é dito, não se limitando a repetir e a decorar o que foi aprendido.
Actualmente as crianças tem acesso às mais variadas opções tecnológicas, o que lhes permite aceder a um maior número de informação . Por exemplo a internet pode ser utilizada para vários fins, se estimular e educar o seu filho na base da confiança e veracidade, ele vai certamente ter entusiasmo em mostrar aos pais o que descobriu e aprendeu em mais um dia de descobertas na internet.
No entanto existe muita informação inadequada para as crianças, os pais devem "tentar evitar que os seus filhos estabeleçam contactos indesejáveis..."
Capitulo 3 - Aprendizagem
De todos os tópicos enumerados por Papert, dois pareceram-me de extrema importância. O primeiro foi a apresentação dos itens que devemos ter em conta num software educativo e dos enganos que eles podem provocar aos pais.
-> Não é a máquina que deve ser activa, a criança é que deve construir a sua própria aprendizagem.
-> Qualquer software, jogo ou livro, seja o que for, tem de ser honesto e nunca enganador. Aprender é divertido! Não podemos comprar um software educativo a pensar que este dá a ideia que aprender é divertido porque isto implica que na realidade acreditamos que não o é. Tudo o que aprendemos com gosto torna-se divertido, o truque é encontrarmos as aprendizagens que vão ao encontro dos interesses de cada criança Talvez seja difícil para um professor conhecer todos os interesses de cada aluno e daí talvez não. Mas um pai pode e deve conhecer os seus filhos e os seus gostos e a partir daí encontrar o software certo.
-> Não tinha a noção de que uma criança gosta mais de uma coisa, quanto mais difícil for. Pegando nesta noção, não podemos escolher os softwares que mais depressa produzem aprendizagens que no fundo se tornam efémeras.
São inúmeras as estratégias de marketing e campanhas de publicidade para persuadir os pais a comprarem softwares sem que o aprendente seja o motor das suas aprendizagens. Na minha opinião há que descobrir e planear as estratégias e actividades para englobar as tecnologias e a aprendizagem num todo produtivo.
Paper neste capitulo também nos fala do construtivismo é o movimento teórico que permite ao sujeito construir o seu próprio conhecimento.
Paper falmos neste capitulo do Hipermundo e Micromundo, o hipermundo é bastante amplo, o Micromundo é um mundo limitado. A internet é um hipermundo e programação um micromundo como tal as crianças têm que explorar este mundo.
-> Não é a máquina que deve ser activa, a criança é que deve construir a sua própria aprendizagem.
-> Qualquer software, jogo ou livro, seja o que for, tem de ser honesto e nunca enganador. Aprender é divertido! Não podemos comprar um software educativo a pensar que este dá a ideia que aprender é divertido porque isto implica que na realidade acreditamos que não o é. Tudo o que aprendemos com gosto torna-se divertido, o truque é encontrarmos as aprendizagens que vão ao encontro dos interesses de cada criança Talvez seja difícil para um professor conhecer todos os interesses de cada aluno e daí talvez não. Mas um pai pode e deve conhecer os seus filhos e os seus gostos e a partir daí encontrar o software certo.
-> Não tinha a noção de que uma criança gosta mais de uma coisa, quanto mais difícil for. Pegando nesta noção, não podemos escolher os softwares que mais depressa produzem aprendizagens que no fundo se tornam efémeras.
São inúmeras as estratégias de marketing e campanhas de publicidade para persuadir os pais a comprarem softwares sem que o aprendente seja o motor das suas aprendizagens. Na minha opinião há que descobrir e planear as estratégias e actividades para englobar as tecnologias e a aprendizagem num todo produtivo.
Paper neste capitulo também nos fala do construtivismo é o movimento teórico que permite ao sujeito construir o seu próprio conhecimento.
Paper falmos neste capitulo do Hipermundo e Micromundo, o hipermundo é bastante amplo, o Micromundo é um mundo limitado. A internet é um hipermundo e programação um micromundo como tal as crianças têm que explorar este mundo.
Aula prática dia 16 de Novembro
Nesta aula a professora pediu para elaborarmos um apresentação com base no relatório - podcast - para apresentarmos na aula. O power point deveria ter no máximo 5 diapositivos onde deveriam constar os aspectos mais importantes acerca desta tecnologia, eu e as minhas colegas começamos a elaborar o pawer point , nessa mesma aula acabamos a elaboração, o pawer point era para ser apresentado nessa aula mas como nem todos os grupos tinham acabado, deixamos as apresentações para a semana a seguir.
16 November, 2007
Capítulo 2
No capítulo 2 deparei-me com alguns conceitos que desconhecia, neste capitulo existe uma oposição de opinião entre os ciberutópicos e cibercríticos, os ciberutópicos louvam os milagres da era digital, por outro lado os cibercríticos avisam-nos dos terriveis perigos da tecnologia.~
Papert diz neste capitulo que não consegue aderir totalmente a nenhuma das perspectivas, para ele as duas estão erradas,mas de uma forma supefícial as duas estão correctas, ambas abordam o seu ponto de vista em relação as tecnologias e o modo como as vêm.Para os utópicos a era digital fornece oportunidades para uma vida melhor. Mas por outro lado existem muitas outras implicações para mal das pessoas em relação ás tecnologias, as pessoas gastam muito dinheiro, perdem muito do seu tempo, para terem apenas uma pequena compensação. Papert neste capitulo fala nas mudanças que podem ocorrer na aprendizagem em relação á interacção com o computador, a tecnologia pode causar alterações drásticas , para melhor ou pior na vida das crianças, na minha opinião, para melhor porque muitas crianças aprendem com os computadores e assim melhoram a sua aprendizagem com a ajuda do computador,para pior porque muitas crianças perdem-se no mundo mágico do computador e acabam por não aprender , mas sim entrarem num mundo que não é o delas e aprenderem coisas pouco uteis para a sua aprendizagem e mesmo para a sua vida.
Papert neste capitulo deixa uma mensagem, depende de cada um de nós delimitar o nosso futuro e das crianças em relação ao computador.
Papert diz neste capitulo que não consegue aderir totalmente a nenhuma das perspectivas, para ele as duas estão erradas,mas de uma forma supefícial as duas estão correctas, ambas abordam o seu ponto de vista em relação as tecnologias e o modo como as vêm.Para os utópicos a era digital fornece oportunidades para uma vida melhor. Mas por outro lado existem muitas outras implicações para mal das pessoas em relação ás tecnologias, as pessoas gastam muito dinheiro, perdem muito do seu tempo, para terem apenas uma pequena compensação. Papert neste capitulo fala nas mudanças que podem ocorrer na aprendizagem em relação á interacção com o computador, a tecnologia pode causar alterações drásticas , para melhor ou pior na vida das crianças, na minha opinião, para melhor porque muitas crianças aprendem com os computadores e assim melhoram a sua aprendizagem com a ajuda do computador,para pior porque muitas crianças perdem-se no mundo mágico do computador e acabam por não aprender , mas sim entrarem num mundo que não é o delas e aprenderem coisas pouco uteis para a sua aprendizagem e mesmo para a sua vida.
Papert neste capitulo deixa uma mensagem, depende de cada um de nós delimitar o nosso futuro e das crianças em relação ao computador.
10 November, 2007
AULAS PRÀTICAS
Ao longo das aulas práticas temos vindo a desenvolver os nossos projectos online, o meu grupo está a trabalhar o tema "podcast", durante as aulas temos vindo a pesquisar sites que tenham informação sobre este tema, encontramos diversas coisas, o que são os podcast e para que servem e encontramos mesmo um site que nos explicava como se fazia, temos vindo em cada aula a organizar a nossa informação, informação essa que colocamos na ficha descritiva de análise e avaliação das Tecnologias.
Aula prática de dia 2 de Novembro
Nesta aula a professora Joana Viana deu uma parte da aula prática algum conteúdo teórico, porque nesta aula ficamos sem luz e não tinhamos computadores para trabalhar no nosso projecto online. A professora nesta aula falou LMN's (Learning manegement Sistems),que é um sistema de gestão de aprendizagem em trabalho colaborativo, deste sistema de gestão que se deu um maior ênfase foi o Moodel, mas existem outros com;Dokeos, Smart Board. o Moodel é um software livre, de apoio á aprendizagem .È grambientes atuito, pode ser instalado em diversos (Unix, Linux, Windowns) desde que os mesmos consigam executar a linguagem PHP.
Principais características:
Fóruns
Gestão de conteúdos (Recursos)
Questionários e pesquisas com diversos formatos
Blogs
Wikis
Geração e gestão de Base de Dados
Sondagens
Chat
Glossários
Peer assessment
Suporte multi-idioma (mais de 60 idiomas são suportados pelo interface actual
Sobre o autor
Martin Dougiamas (pronuncie-se Douguiamas) vive em Perth, Austrália, e já passou dos 30. É casado e tem dois filhos
Entre alguns dos seus interesses contam-se os computadores e a educação
Trabalhou como gestor do WebCT (CMS comercial, adquirido pela Blackboard) durante alguns anos numa Universidade australiana, tendo surgido aí a necessidade de criar um CMS melhor
Moodle
Principais características:
Fóruns
Gestão de conteúdos (Recursos)
Questionários e pesquisas com diversos formatos
Blogs
Wikis
Geração e gestão de Base de Dados
Sondagens
Chat
Glossários
Peer assessment
Suporte multi-idioma (mais de 60 idiomas são suportados pelo interface actual
Sobre o autor
Martin Dougiamas (pronuncie-se Douguiamas) vive em Perth, Austrália, e já passou dos 30. É casado e tem dois filhos
Entre alguns dos seus interesses contam-se os computadores e a educação
Trabalhou como gestor do WebCT (CMS comercial, adquirido pela Blackboard) durante alguns anos numa Universidade australiana, tendo surgido aí a necessidade de criar um CMS melhor
Moodle
O BLOG
Achei importante por um post a falar um pouco sobre os blogs, visto que é isso que andamos a fazer desde as tecnologias I e voltamos a repeti-lo em tecnologias II , mostrando assim a importância de um blog, num pequeno paragrafo.
Podemos considerar que um blog é um " diário virtual" , frequentemente actualizado. Esta ferramenta é bastante versátil pois podem ser disponibilizados vários tipos de conteúdos,( imagens, factos, opiniões, reflexões sobre diversas coisas). Quem visita um blog pode emitir opiniões sobre os blogs e os criadores desses blogs perceberem o que as pessoas pessam sobre o mesmo.
Podemos considerar que um blog é um " diário virtual" , frequentemente actualizado. Esta ferramenta é bastante versátil pois podem ser disponibilizados vários tipos de conteúdos,( imagens, factos, opiniões, reflexões sobre diversas coisas). Quem visita um blog pode emitir opiniões sobre os blogs e os criadores desses blogs perceberem o que as pessoas pessam sobre o mesmo.
QUAL O MELHOR MEIO
Encontrei este artigo na net e achei interessante colocar no meu blog, foi tirado do site : http://educar.no.sapo.pt/MMETOD.htm
Qual o Melhor Meio?
"Qual será o melhor meio de ensino? A exposição oral? O quadro ? O livro de textos ? O computador ? Existem muitas ideias feitas sobre o assunto. A exposição oral é hoje identificada como um meio arcaico de ensino. Os recursos audiovisuais são já encarados como uma solução de recurso, quando são comparados com os miraculosos prodígios atribuídos ao ensino pela Internet.
Desde o século XVI que a questão dos meios de ensino, provoca crescentes e apaixonadas discussões. O peso crescente das tecnologias na sociedade não explica tudo. O que está em jogo é de outra natureza, trata-se de descobrir o meio de ensino que permita:
- Incrementar a qualidade do ensino que é oferecida aos alunos;
- Reduzir os custos do ensino que é prestado;
- Facilitar o acesso à educação da maioria dos indivíduos;
- Promover o desenvolvimento de novos elementos currículares.
Os meios utilizados na educação, ao longos dos tempos, tem suscitado posições muito contraditórias. Juana M.Sancho Gil, partindo da relação dos educadores e dos pedagogos face às tecnologias caracterizou estas posições em termos de tecnofília e tecnofobia.
Os tecnofílicos sempre que surge uma nova tecnologia (artefacto, sistema simbólico ou organizativo), descobrem logo uma nova solução para os problemas do ensino ou mesmo da humanidade. Os tecnofobos, pelo contrário, descobrem um novo meio de alienação. Qualquer tecnologia que não seja a que se habituaram a usar desde pequenos, e que não faça já parte integrante das suas vidas, representa um perigo para os valores que compartilham na sociedade.
Ao longo da história da educação podemos encontrar inúmeras posições tecnofilicas e tecnofobas, face às mesmas tecnologias."
Qual o Melhor Meio?
"Qual será o melhor meio de ensino? A exposição oral? O quadro ? O livro de textos ? O computador ? Existem muitas ideias feitas sobre o assunto. A exposição oral é hoje identificada como um meio arcaico de ensino. Os recursos audiovisuais são já encarados como uma solução de recurso, quando são comparados com os miraculosos prodígios atribuídos ao ensino pela Internet.
Desde o século XVI que a questão dos meios de ensino, provoca crescentes e apaixonadas discussões. O peso crescente das tecnologias na sociedade não explica tudo. O que está em jogo é de outra natureza, trata-se de descobrir o meio de ensino que permita:
- Incrementar a qualidade do ensino que é oferecida aos alunos;
- Reduzir os custos do ensino que é prestado;
- Facilitar o acesso à educação da maioria dos indivíduos;
- Promover o desenvolvimento de novos elementos currículares.
Os meios utilizados na educação, ao longos dos tempos, tem suscitado posições muito contraditórias. Juana M.Sancho Gil, partindo da relação dos educadores e dos pedagogos face às tecnologias caracterizou estas posições em termos de tecnofília e tecnofobia.
Os tecnofílicos sempre que surge uma nova tecnologia (artefacto, sistema simbólico ou organizativo), descobrem logo uma nova solução para os problemas do ensino ou mesmo da humanidade. Os tecnofobos, pelo contrário, descobrem um novo meio de alienação. Qualquer tecnologia que não seja a que se habituaram a usar desde pequenos, e que não faça já parte integrante das suas vidas, representa um perigo para os valores que compartilham na sociedade.
Ao longo da história da educação podemos encontrar inúmeras posições tecnofilicas e tecnofobas, face às mesmas tecnologias."
28 October, 2007
2º ano 1º semestre
1º capítulo " a familia em rede"
Concluida a leitura do primeiro capítulo do livro " a familia em rede", o autor mostra-nos que existe uma grande ligação dos jovens de hoje com as tecnologias, é a chamada geração dos computadores e que por muitas vezes dominam melhor as tecnologias que os seus pais, pois estes não tinham um acesso tão facilitado.
Alguns pais acham bom terem um computador em casa para que os seus filhos possam jogar, aprender. Mas por outro lado sentem-se encomodados com a dependência que o computador traz. As tecnologias permitem que as crianças comuniquem com outras crianças de outras partes do mundo, aprendendo com elas diversas coisas, mas claro que por outro lado os pais sentem medo dos perigos , que as crinaças através do computador encontrem más companhias ou possam ter acesso a ideias corruptas.
As tecnologias como o autor refere têm vindo afastar os membros da familia, pois passam a dar mais importância ao computador e as maravilhas que este oferece. Neste capítulo fala de uma mãe que se sente insatisfeita por não lidar com as tecnologias, sente-se sozinha, pois o seu marido e os seus filhos mantên-se ocupados com o computador, dominando bem as tecnologias. Esta mãe deveria dar uma oportunidade ao computador e entrar no seu mundo magico.
Concluida a leitura do primeiro capítulo do livro " a familia em rede", o autor mostra-nos que existe uma grande ligação dos jovens de hoje com as tecnologias, é a chamada geração dos computadores e que por muitas vezes dominam melhor as tecnologias que os seus pais, pois estes não tinham um acesso tão facilitado.
Alguns pais acham bom terem um computador em casa para que os seus filhos possam jogar, aprender. Mas por outro lado sentem-se encomodados com a dependência que o computador traz. As tecnologias permitem que as crianças comuniquem com outras crianças de outras partes do mundo, aprendendo com elas diversas coisas, mas claro que por outro lado os pais sentem medo dos perigos , que as crinaças através do computador encontrem más companhias ou possam ter acesso a ideias corruptas.
As tecnologias como o autor refere têm vindo afastar os membros da familia, pois passam a dar mais importância ao computador e as maravilhas que este oferece. Neste capítulo fala de uma mãe que se sente insatisfeita por não lidar com as tecnologias, sente-se sozinha, pois o seu marido e os seus filhos mantên-se ocupados com o computador, dominando bem as tecnologias. Esta mãe deveria dar uma oportunidade ao computador e entrar no seu mundo magico.
26 October, 2007
Um novo Ano
2º Ano de Tecnologias
Um novo ano com as tecnologias, esta disciplina foi uma das disciplinas que achei bastante interessante e claro espero que continue a ser. Vou manter o blog do ano que passou, onde colocarei as minhas reflexões das aulas e dos vários capítulos do livro “ a família em rede “, como diversas outras coisas que ache interessante dar a conhecer ás outras pessoas sobre as tecnologias e a educação.
Um novo ano com as tecnologias, esta disciplina foi uma das disciplinas que achei bastante interessante e claro espero que continue a ser. Vou manter o blog do ano que passou, onde colocarei as minhas reflexões das aulas e dos vários capítulos do livro “ a família em rede “, como diversas outras coisas que ache interessante dar a conhecer ás outras pessoas sobre as tecnologias e a educação.
16 June, 2007
Sexta-feira dia 18 de Maio
Na aulta prática continuamos a desenvolver a nosso trabalho multimédia sobre a prevenção rodoviária.
o nosso trabalho multimédia sobre " A prevenção rodoviária", tem sido realizado em pawer point,foi o programa que possuiamos maior conhecimentos e o qual gostamos mais de trabalhar, para desenvolver a nossa aplicação multimédia.
o nosso trabalho multimédia sobre " A prevenção rodoviária", tem sido realizado em pawer point,foi o programa que possuiamos maior conhecimentos e o qual gostamos mais de trabalhar, para desenvolver a nossa aplicação multimédia.
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