31 December, 2007
Reflexão final
Em suma, a tecnologia existe e deve ser para todos, não apenas para os mais novos. todos em conjunto devem descobrir os segredos que um computador guarda, Achei o livro bastante interessante , pois faz-nos remeter para coisas que acontessem no dia a dia e com as qual nos deparamos.
concluir
“As Crianças deviam brincar ao sol e ao vento em vez de estarem coladas ao teclado”(Paper.p266)
Será?
Na minha opinião penso que sim , muito melhor para o seu crescimento, mas claro que também considero muito importante o uso do computador, para as suas aprendizagens. mas penso que muitas crianças são conseguem duziar as coisas e passam horas e horas em frente as computadores a jogar.
Será?
Na minha opinião penso que sim , muito melhor para o seu crescimento, mas claro que também considero muito importante o uso do computador, para as suas aprendizagens. mas penso que muitas crianças são conseguem duziar as coisas e passam horas e horas em frente as computadores a jogar.
Capitulo 8
No capítulo 8, Papert destaca a simplicidade dos computadores, referindo que podem ser explorados por crianças de 4 anos, o computador é um mundo de fanatasia para as crianças, elas adoram o contacto com os computadore, mas claro que não nos podemos esquecer dos brinquedos tradicionais que tanto ajudam as crianças a evoluir.O aparecimento dos brinquedos electónicos veio trazer alguma confusão na cabeça e educadores, alguns pais e educadores consideram que ter um brinquedo electrónico pode causar dependência por parte das crianças. Segundo Papert, o melhor é o equilibrio entre o que é real e o que é virtual.Apesar dos computadores despertarem uma enorme fantasia e despertarem um grande entusiasmo por parte das crianças, na minha opinião não existe nada melhor que os brinquedos reais.
capitulo 7
"A escola é um caso notável de uma área que não sofreu grandes mudanças ... sim a escola mudou... mas não tanto como isso.” (Papert, S. 1996: 212)
Neste capítulo, Papert realça a introdução dos computadores na escola e as reacções de todos aqueles que a integram.
De facto a entrada das novas tecnologias no contexto curricular formal das escolas é um processo recente e extremamente complexo no meu ponto de vista. Concordo com o autor quando afirma que "a Escola mantém-se, nos seus aspectos essenciais, muito semelhante ao que sempre foi, e as mudanças entretanto verificadas (quer para o melhor, quer para o pior) não podem ser atribuídas à tecnologia" (Papert, S 1996: 204).
Conseguir uma escola melhor passa pela introdução do computador na formação inicial dos professores. Para que aprendam a trabalhar com ele e assim proporcionar diferentes formas de o utilizar como uma ferramenta de aprendizagem.
Neste capítulo, Papert realça a introdução dos computadores na escola e as reacções de todos aqueles que a integram.
De facto a entrada das novas tecnologias no contexto curricular formal das escolas é um processo recente e extremamente complexo no meu ponto de vista. Concordo com o autor quando afirma que "a Escola mantém-se, nos seus aspectos essenciais, muito semelhante ao que sempre foi, e as mudanças entretanto verificadas (quer para o melhor, quer para o pior) não podem ser atribuídas à tecnologia" (Papert, S 1996: 204).
Conseguir uma escola melhor passa pela introdução do computador na formação inicial dos professores. Para que aprendam a trabalhar com ele e assim proporcionar diferentes formas de o utilizar como uma ferramenta de aprendizagem.
Capitulo 6
Este capítulo falanos da tecnologia destinada para toda a familia.Neste capítulo são referidas soluções para que toda a família possa desenvolver a sua fluência tecnológica.
Na escolha de um bom projecto familiar existem três princípios orientadores, assim os projectos devem:
- suscitar uma atitude de ampliação, desenvolvendo capacidades próprias da competência tecnológica;
- ser uma fonte aplicável de igual forma por crianças (sem que isso signifique que um projecto familiar seja encarado como uma actividade para crianças);
- ter as suas raízes na cultura das crianças, desta forma deve-se trabalhar com elas a partir da sua compreensão, tentando encontrar um modo de a tornar mais rica.
Para papert algumas pessoas " conseguem estabelecer uma melhor relação com as ideias do que com a prática, imaginando as coisas que estão a acontecer em vez de fazer ou ver." Papert, p.154.
Contudo, no mundo tecnológico, a ideia que o autor pretende transparecer é que, é com a prática que surgem os projectos.
Por conseguinte os projectos não são simples ralidades do futuro, mas é um futuro a construir, uma ideia a transformar um acto.
Um dos programas que Papert fala neste capitulo que achei bastante interessante é o MicroWorlds, O MicroWorls abriu novos horizontes de criatividade expressiva porque "as mesmas frases que parecem tão monótonas quando escritas" adquiriram nova vida quando foram projectadas no ecrã.
Na escolha de um bom projecto familiar existem três princípios orientadores, assim os projectos devem:
- suscitar uma atitude de ampliação, desenvolvendo capacidades próprias da competência tecnológica;
- ser uma fonte aplicável de igual forma por crianças (sem que isso signifique que um projecto familiar seja encarado como uma actividade para crianças);
- ter as suas raízes na cultura das crianças, desta forma deve-se trabalhar com elas a partir da sua compreensão, tentando encontrar um modo de a tornar mais rica.
Para papert algumas pessoas " conseguem estabelecer uma melhor relação com as ideias do que com a prática, imaginando as coisas que estão a acontecer em vez de fazer ou ver." Papert, p.154.
Contudo, no mundo tecnológico, a ideia que o autor pretende transparecer é que, é com a prática que surgem os projectos.
Por conseguinte os projectos não são simples ralidades do futuro, mas é um futuro a construir, uma ideia a transformar um acto.
Um dos programas que Papert fala neste capitulo que achei bastante interessante é o MicroWorlds, O MicroWorls abriu novos horizontes de criatividade expressiva porque "as mesmas frases que parecem tão monótonas quando escritas" adquiriram nova vida quando foram projectadas no ecrã.
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