29 November, 2007

Capitulo 3 - Aprendizagem

De todos os tópicos enumerados por Papert, dois pareceram-me de extrema importância. O primeiro foi a apresentação dos itens que devemos ter em conta num software educativo e dos enganos que eles podem provocar aos pais.
-> Não é a máquina que deve ser activa, a criança é que deve construir a sua própria aprendizagem.
-> Qualquer software, jogo ou livro, seja o que for, tem de ser honesto e nunca enganador. Aprender é divertido! Não podemos comprar um software educativo a pensar que este dá a ideia que aprender é divertido porque isto implica que na realidade acreditamos que não o é. Tudo o que aprendemos com gosto torna-se divertido, o truque é encontrarmos as aprendizagens que vão ao encontro dos interesses de cada criança Talvez seja difícil para um professor conhecer todos os interesses de cada aluno e daí talvez não. Mas um pai pode e deve conhecer os seus filhos e os seus gostos e a partir daí encontrar o software certo.
-> Não tinha a noção de que uma criança gosta mais de uma coisa, quanto mais difícil for. Pegando nesta noção, não podemos escolher os softwares que mais depressa produzem aprendizagens que no fundo se tornam efémeras.
São inúmeras as estratégias de marketing e campanhas de publicidade para persuadir os pais a comprarem softwares sem que o aprendente seja o motor das suas aprendizagens. Na minha opinião há que descobrir e planear as estratégias e actividades para englobar as tecnologias e a aprendizagem num todo produtivo.
Paper neste capitulo também nos fala do construtivismo é o movimento teórico que permite ao sujeito construir o seu próprio conhecimento.
Paper falmos neste capitulo do Hipermundo e Micromundo, o hipermundo é bastante amplo, o Micromundo é um mundo limitado. A internet é um hipermundo e programação um micromundo como tal as crianças têm que explorar este mundo.

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